domingo, 8 de julho de 2012

LESEIRA BARÉ É UMA EXPRESSÃO RACISTA E ANTISSIONISMO NÃO É ANTISSEMITISMO - O SIONISMO DISFARÇADO NA PAN-AMAZÔNIA





Manifestação do Neturei Karta, SEITA JUDAICA, pela desmontagem pacífica do "estado sionista", na conferência da AIPAC, em Washington, DC, maio de 2005.


          LESEIRA BARÉ É UMA EXPRESSÃO RACISTA DO SIONISMO PAN-AMAZÔNICO

Um escritor judeu amazonense cunhou a expressão "leseira baré" para definir o "modo de ser e pensar" da maioria da população manauara - manau-ara , no tupi-nheengatu.
Com isto, tentou caraterizar os manau-ara como uma população citadina que herdou dos indígenas arawak-manau (ex-wirina), do médio Rio Negro, uma "afasia mental" , " um pensar bobalhão", " uma idiotice mental não-civilizada ". Para este escritor judeu, que se autodefine como SIONISTA, a cultura indígena -cabocla não passa de uma expressão cultural de segunda categoria, popular, pura "leseira baré".
 A arte, então, é menos que isto : é artesanato. E um artesanato que não merece sequer ser definido por uma categoria estética das artes visuais: figurativismo,  impressionismo, expressionismo, cubismo, fauvismo, abstracionisno, pop... o escritor sionista prefere "julgar" o artesanto indígena -caboclo por categorias de sua ética elitista dominante: não presta e pronto. Sem dizer, esteticamente, o pôr que. Hitler e seus estetas perdem para esta atitude fora de moda: substimar a arte dos outros, dos outros grupamentos étnicos-sócio-culturais com julgamentos éticos e não estéticos.Por isso, para muitos, o sionismo é a outra face do nazismo: o NAZISIONISMO.
Arte boa e cara, para este escritor-comerciante , é o livro superfaturado e autorizado pelo mercado. Considera uma obra artesal de 50 reais cara. Mas livrecos preconceituosos e alienantes por 80 reais são "baratos".
O escritor judeu sionista , no fundo, diminui as civilizações arawak , yepá mashã, karib, jê, tupi e maguta quando chama, genericamente, de "artesato indígena" aquilo que, na verdade, é uma expressão cultural de uma das civilizações dos Rios Negro e Solimões ( Salomão ? ).
A generalização é uma estratégia de diminuição e marginalização. A "cultura" , entendida como objeto do mercado, é deles, assim como o capital financeiro e a indústria das armas, entre outras.
 Então, para este escritor judeu sionista, a única cultura digna de tal nome é a sua , isto é: qualquer crítica ao processo de dominação econômica e cultural do capitalismo judaico na Pan-Amazônia, inclusive as ilegais e ilícitas, é confundida com "antissemitismo". Isto é de novo: denunciar o racismo da elite judaica na Amazônia , suas hierarquizações culturais, seus preconceitos contra a civilização indígena - cabocla, seu elitismo capitalista, é "antissemitismo".
Cunhar a expressão racista "leseira baré" para diminuir tudo que não é judaico é algo normal, pelo olhar sionista. Mas se criassemos a expressão "leseira judaica" eles nos chamariam de "antissemitas".
Para esclarecer o sionismo e o antissionismo no mundo, inclusive o  antissionismo de origem judaíca, reproduzirei a página da enciclopédia mundial da rede de computadores.
É uma bos introdução ao tema, sobretudo pela bibliografia auxiliar.


                                     SIONISMO E ANTISSIONISMO

 
                                                 SIONISMO

Theodor Herzl (1860 – 1904), Fundador do Sionismo ModernoO Sionismo é um movimento político e filosófico que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado judaico independente e soberano no território onde historicamente existiu o antigo Reino de Israel (Eretz Israel).

O Sionismo é também chamado de nacionalismo judaico e historicamente se propõe à erradicação da Diáspora Judaica com o retorno da totalidade dos judeus ao atual Estado de Israel.

Índice [esconder]

1 Terminologia

2 História do Sionismo

2.1 Precedentes do Sionismo

2.2 O Caso Dreyfus como impulso

2.3 O Congresso Sionista

2.4 Oposição judaica ao Sionismo

2.5 A Palestina e a Terra de Israel

3 As divisões do Sionismo

3.1 O Sionismo Socialista

3.2 O Sionismo Político

3.3 O Sionismo Revisionista

3.4 O Sionismo Religioso

4 Pensadores sionistas

4.1 O Antissionismo

5 Ligações externas

6 Referências



                                                 ANTISSIONISMO

                    ( UMA OPOSIÇÃO JUDAICA AO SIONISMO )

Antissionismo é a oposição política, moral ou religiosa às várias correntes ideológicas incluídas no sionismo, inclusive ao estado judeu, criado com base nesse conceito. Eventualmente, o termo também é muitas vezes aplicado à oposição política ao governo de Israel, sobretudo se motivada por denúncias de violações sistemáticas de direitos humanos dos palestinos, incluindo crimes de guerra. Da mesma forma, muitas vezes se estabelece a identidade entre antissionismo e antissemitismo, de modo que, afinal, uma boa parte dos opositores do governo de Israel, incluindo muitos judeus, é considerada antissemita,[1] ainda que, em Israel e em todo o mundo, milhares de judeus - incluindo desde judeus étnicos agnósticos e ativistas marxistas, como Ralph Shoenman, Michel Warschawski e Norman Finkelstein, até rabinos adeptos do judaísmo ultraortodoxo, como os integrantes do movimento Neturei Karta e os hassidim - se considerem antissionistas. Igualmente, alguns proeminentes intelectuais judeus, tanto os que defendem a desocupação dos territórios palestinos como os que pregam a eliminação do Estado de Israel, são considerados antissemitas pelas organizações sionistas, e, eventualmente, as autoridades governamentais proíbem seu acesso ao território israelense.[2][3] Assim, por razões diversas, esses grupos se opõem ao estado judeu e à política de ocupação dos Territórios Palestinos.

Muitos antissionistas condenam o movimento sionista por ter promovido a ocupação das terras da Palestina, com o objetivo de criar o Estado de Israel, que consideram artifical. A definição de Israel como estado judeu ainda suscita controvérsia e oposição há mais de sessenta anos,[4] assim como a ocupação dosTerritórios Palestinos - entre os israelenses e também fora de Israel.[5] De todo modo, conceitualmente, antissionismo não se confunde com antissemitismo, antijudaísmo, negação do holocausto ou hostilidade contra os judeus em geral.



Referências

1. ↑ Anti-Zionism is anti-semitism, por Emanuele Ottolenghi. The Guardian, 29 de novembro de 2003.

2. ↑ Edward Alexander e Paul Bogdanor. The Jewish Divide Over Israel: Accusers and Defenders.Transaction Publishers, New Brunswick, New Jersey 2006.

3. ↑ “Progressive” Jewish Thought and the New Anti-Semitism, por Alvin H. Rosenfeld. American Jewish Committee, 2006. O documento do American Jewish Committee cita, entre esses judeus antissemitas, o linguista Noam Chomsky, o escritor Joel Kovel, o historiador Norton Mezvinsky, o cientista político Norman Finkelstein, o fundador do International Solidarity Movement, Adam Shapiro, o filósofo e historiador das religiões Daniel Boyarin, o rabino David Weiss Halivni e o teólogo Marc H. Ellis, entre outros.

4. ↑ No, anti-Zionism is not anti-semitism. " As an idea, a Jewish homeland was always controversial. As a reality, Israel still is - and it is not anti-Jewish to say so." Por Brian Klug. The Guardian, 3 de dezembro de 2003.

5. ↑ Israel’s Contested Identity and the Mediterranean. The territorial-political axis: Eretz Israel versus Medinat Israel, p.8, por Raffaella A. Del Sarto. The Hebrew University of Jerusalem. Department of International Relations, 2002.

[editar] Ligações externas

• Historiador de origem judaica faz crítica ao movimento sionista. Folha de São Paulo, 15 de janeiro de 2009.

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