terça-feira, 5 de setembro de 2017
segunda-feira, 10 de julho de 2017
DJUENA _ A ONÇA QUE PULA NO RIO
Djuena por Djuena:
" Sou cantora do povo Tikuna, artista da Amazônia, da região do Alto Solimões. Filha de Nutchametükü e Tochimaüna. Nasci em Umariaçu, onde o rio “banzeira as fronteiras” do Brasil, Peru e Colômbia. Meu nome significa “a onça que pula no rio”, canto a cultura do meu povo mantendo viva a nossa história.
Dia 23 de agosto, mês em que se comemora internacionalmente a luta dos povos indígenas, vamos celebrar o lançamento do nosso CD, uma conquista de todos que acreditam no poder dos povos da floresta, na força dos encantados, no grande espírito que protege o mundo .
Com quase dez anos de cantoria, tenho construído uma carreira pautada no compromisso de divulgar a causa dos povos indígenas. Agora estou finalizando o meu primeiro disco que será lançado no palco do Teatro Amazonas. Terá a participação de músicos indígenas de diversas etnias da Amazônia, entre outros artistas ligados à causa indígena, como a cantora e pesquisadora Marlui Miranda.
Queremos cantar o canto dos ancestrais e contamos com seu apoio meu parente!
Contribua com a nossa campanha de financiamento coletivo. Acesse o site e saiba como participar!
Venham fazer parte deste ritual de celebração!
Moëntchi Patchaüenegü.
Moëntchi Patchaüenegü.
Obrigada meus amigos.
quarta-feira, 17 de maio de 2017
JUAN RULFO E SEU REALISMO MÁGICO _ 100 ANOS!
Sayula, Tuxcacuesco e San Gabriel são os lugares que inspiraram o ambiente sócio-literário da obra do mexicano Juan Rulfo. São municípios da região sul de Jalisco, no México.
É neste espaço sócio-cultural que está sendo comemorado o centenário de nascimento deste romancista e contista mexicano que revolucionou esteticamente a literatura do século XX.
Ele foi o precursor inaugural do realismo mágico latino-americano, estilo que inspirou Gabriel García Márquez, Jorge Luis Borges, Manuel Puig e Júlio Cortázar.
El llano em llamas (contos) , de 1953, e Pedro Páramo ( romance) , de 1955, foram as suas duas obras suficientes para reinventar a literatura do seu tempo.
A literatura como arte e como artesanato.
Lamento não poder me fazer presente. Mas agradeço sinceramente o convite.
José Ribamar Mitoso de Souza
quarta-feira, 26 de abril de 2017
CAPOEIRA DE ESPINHOS
Não há ninguém, muito menos a subjetividade comprometida da crítica de arte, que possa falar mais de uma obra que o autor. A história nos ensinou que perdemos muito tempo pensando o contrário. Como alguém pode saber mais de uma obra do que quem a criou? Quando pensei em deixar o escritor Dílson Lages falar ele mesmo da sua invenção literária, encontrei no site Tribuna de Barras.com o melhor contato com sua voz. Ninguém poderia expressar melhor a experiência de gênero, forma, estilo, linguagem , tema e visão de mundo embutida na narrativa romanesca Capoeira de Espinhos que ele próprio. Não é verdade?
*
Então nada mais aberto e sincero que Dílson por Dílson e Capoeira de Espinhos por Capoeira de Espinhos.
Encontre o autor e a obra no www.tribunadebarras.com ou no www.portalentretextos.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)



